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Espaço reservado a assuntos de livre escolha dos colaboradores.
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MARKETING E SUCESSO |
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O mundo globalizado e altamente competitivo está levando as pessoas a um nível de profissionalismo muito interessante, fazendo com que cada um procure seu diferencial.
Para se ter sucesso, temos que está preparado para as oportunidades que possam surgir, forçando, portanto, cada vez mais o profissional moderno a constante mutação, o que nos leva dizer que a única certeza que podemos ter na vida é a mudança. Por isso o espaço para o acomodado ou para aquele que tudo reclama está cada vez mais limitado, exigindo que o profissional seja altamente qualificado e competitivo com aquilo que se propõe a fazer, a isto chamamos de foco.
Podemos dizer que o profissional que quer “levar de barriga” ou que procura sempre o “jeitinho brasileiro” está em baixa e cada vez mais ficando fora do mercado. Vejamos como estão agindo os profissionais altamente qualificados e de sucesso:
- Procuram manter a mente sempre com pensamentos positivos, interativos e não dão margem, em nenhuma hipótese, ao desânimo; - Usam como ninguém o poder de persuasão, tendo sempre na mente com quem contar nas horas de crise; - Têm a capacidade de desenvolver, uma coragem fora do comum, inclusive de correr risco, pois sabem que o medo só atrapalha e é preciso seguir em frente; - Usam sempre a criatividade como alavancagem dos processos para dá solução aos mais variados problemas; - Fazem da auto-estima e autoconfiança suas principais e vitais características; - Procuram fazer certo da primeira vez, o retrabalho custa caro e não interessa a ninguém.
O que foi dito acima não são fórmulas prontas, mas atitudes colocadas em prática pelos profissionais de sucesso, tendo como foco a excelência. Para tanto, estão sempre fazendo cursos, participando de seminários e palestras, usando o marketing pessoal de forma pro ativa.
* Mário Helder - É Economista com pós-graduação em Marketing, barra-cordense, residente em São Luís.
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EM PETIÇÃO DE MISÉRIA |
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Quem chega a São Luís tem a nítida impressão de se encontrar num imenso teatro onde se representassem cenas da Metamorfose, criadas por Ovídio para descrever o começo do mundo. Não, evidentemente, porque aqui alguém esteja criando algo ou juntando as coisas não bem juntas – como disse o poeta. É que há o caos generalizado e cabal. Tudo parece entregue ao Deus-dará. É como se inexistissem governo, poder público, administração.
Ninguém mais pode ir às ruas sem sofrer o mais atroz desconforto, quer seja em razão do pandemônio, da absoluta anarquia reinante no trânsito, ou pela arruinação em que se acham as vias públicas, as calçadas, as praças, os postes, tudo enfim. A cidade praticamente está fazendo correr uma triste petição de miséria entre seus condoídos habitantes que, entregues à própria sorte, sentem-se desvalidos para qualquer ação.
A nossa Capital está metida em enorme e descomunal buraco, coberta de lama e esgotos. Decerto, as chuvas a têm castigado bastante. Mas isso não constitui novidade. Aqui sempre convivemos bem com os rigores de estações de chuvas copiosas sem que atingíssemos o tão elevado nível de degradação da estrutura física da cidade. Ao contrário do que hoje ocorre, não faz muito os moradores de São Luís costumávamos bendizer e agradecer às chuvaradas que lavavam as nossas ruas, deixando-as naturalmente higienizadas. Mas, então, as obras públicas de urbanização e saneamento ambiental eram construídas segundo regras e normas técnicas de engenharia adequadas ao clima e à topografia cidade.
Ao contrário, hoje os governos inauguram festivamente novas ruas e avenidas aparentemente perfeitas. Passados poucos meses, mal acabaram de troar os foguetes, os defeitos aparecem: meios-fios desalinham, sarjetas acumulam águas servidas, o asfalto encalomba, racha, descola da base, buracos surgem e viram crateras, as calçadas, raramente construídas no mesmo passo das ruas e avenidas, também logo ficam intransitáveis. Ao fim de tudo culpa-se o tempo, o inverno, a chuva.
Ora, todo mundo ainda se lembra das promessas dos candidatos à prefeitura de São Luís e sabe que no mínimo 80% delas eram inexeqüíveis, constituíam mero engodo para pescar eleitores nas águas turvas do clima de mistificação próprio dos períodos eleitorais. Mas o atual prefeito já está no cargo por cerca de seis meses e até agora não disse o que veio fazer à frente da municipalidade. A não ser que algo esteja sendo feito de modo oculto, em ações invisíveis e com resultados imateriais.
Evidentemente, em tão pouco tempo, não é se esperar que a prefeitura haja distribuído a todo idoso de São Luís e a cada aluno das escolas municipais os computadores prometidos. Nem que alimentos baratos estejam sendo postos à disposição do povo, como anunciado em campanha.
Também não é justo ir à Avenida Litorânea com o propósito acompanhar as obras de sua ampliação, nem as das novas avenidas e viadutos que seriam imediatamente construídos, para desafogarem o tráfego. Mas é de se exigir que pelo menos ruas e avenidas, no centro como no subúrbio, sejam mantidas em condições de uso normal e que haja o mínimo de ordem e disciplina no absurdamente caótico transito de veículos na cidade. Ou será demais?
* Joaquim Itapary - Jornalista, Escritor, Advogado, membro da Academia Maranhense deLetras e ex-ministro da Cultura, residente em São Luís-Ma. jitapary@uol.com.br
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MÁRIO HÉLDER MANIFESTA SOLIDARIEDADE À RIO CORDA FM |
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Senhor Diretor e Editor do site Rio Corda  SÃO LUÍS, o5 de Maio - Li atentamente o que foi escrito sobre o aniversário da nossa querida Barra nos seus 174 anos, onde pude observar que além da falta dágua, lixos, lamaçal, estão querendo amordaçar os meios de comunicação, o que é uma lástima, pricipalmente nesse momento que a lei da mordaça foi revogada pelo STF. Resistência é a palavra, pois se não resistirmos agora a essas ameaças mesquinhas podemos estar colaborando com a imensa lista dos "já teve", que parece interessar de perto a aqueles que dizem que "amam" a cidade, com mera falsidade.
O verdadeiro sentido e compromisso de qualquer órgão de comunicação, formador de opinião deve ser somente e só com a VERDADE nua e crua.
Saudações
* Mário Helder - Economista/Empresário.
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LIÇÕES DA CRISE |
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SÃO LUÍS, 16 de Abril - Muito tem se falado da atual crise mundial no TB, digam-se de passagem, muito bons artigos, uns mais simples outros mais ousados, mas que no final acabam deixando o seu recado.
Da minha parte quero destacar alguns pontos que entendo como principais para conviver, ou melhor, para sobreviver. Quando dizemos que é na crise que encontramos as grandes soluções tirando dela novas lições, tais como:
- Como tudo na vida, a economia funciona como nas fases da lua, tendo seus períodos cíclicos, onde na fase das vacas gordas costumamos ser perdulários sem nos darmos conta que momentos difíceis estarão por vir, portanto perde menos quem se distancia dos excessos e se aproxima do ponto de equilíbrio;
- Uma regrinha simples nos chama a atenção, devemos gastar de acordo com o que se ganha, lembrando sempre, que o dinheiro de empréstimo tem que ser pago. Cartões por exemplo, podem nos fazer reféns. Portanto, não especule com dinheiro alheio, só tome emprestado se puder pagar; - Caso a grana esteja sobrando, coisa difícil, procure investimentos moderados, os agressivos têm que ser administrados por instituições ou pessoas idôneas, de preferência consultando ou procurando mais de um profissional;
- Como na vida, na economia há sempre quem perde e quem ganha cuidado para não ser o perdedor, se possível adote o ganha, ganha sem se iludir com o ganho fácil ele pode ter fundo falso;
- Cuidado com as bolhas elas podem até ser bonitinhas, mas funcionam como calos de sapato, de uma hora para outra estouram;
- Como não sabemos quando a crise vai terminar é melhor não procurar adivinhar ou especular com o desconhecido;
- Lembre-se que a freada foi brusca e que de alguma forma pode nos machucar, inclusive o nosso Brasil que nesse particular não está muito mal das pernas;
- A diversificação de investimento sempre foi uma boa defesa de qualquer patrimônio, procure não deixar toda a reserva num mesmo setor;
- Temos que nos adaptar aos novos tempos, pois o mundo inteiro foi balançado o melhor mesmo é procurar equilibrar o orçamento, bem como cortar despesas que não são de primeira necessidade para que possamos pelo menos dormir bem.
* Mário Helder – Economista/Empresário, residente em São Luis.
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PERNAMBUCO E SUAS PROEZAS |
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Pernambuco é o estado que sempre movimentou a História do Brasil. Antes, com a ocupação holandesa. Depois, a participação na Confederação do Equador, à frente com Bolívar, o general Abreu e Lima, que mereceu estátua eqüestre no panteão dos heróis em Caracas, Venezuela, agora país símbolo do socialismo de caserna, de Chávez. Ainda no Império, o caso do bispo de Pernambuco com suas “bulas fulminatórias de excomunhão às sociedades maçônicas”. Recentemente, o entrevero entre o senador Jarbas Vasconcelos e o PMDB de Sarney, de todos conhecido, que mereceu do partido uma bula laica, paulista – não pauliana – de exorcismo, inocentando a todos.
Agora, depois de meio século, o caso do estupro da menina de nove anos, a gravidez de gêmeos e o aborto praticado pelos médicos, fizeram ressurgir “o logos filosófico platônico" da excomunhão dos esculápios pernambucanos.
Desde o Império, a Igreja, no caso a Santa Sé, ou o Estado Religioso Universal, nunca pôde firmar, com o Brasil, uma concordata, i.é, “tratado diplomático público e solene regulando as relações mútuas de assuntos de interesse comum”. No passado,
era o padroado, ou seja, os padres “equiparavam-se ao funcionalismo público”, regime” combatido pelos liberais.
Se houvesse a Concordata, a excomunhão do bispo de Pernambuco aos médicos teria efeitos jurídicos, indenizatórios, etc, contra o Estado, com direitos ao Vaticano. Como inexiste aquela, fixa o vácuo espacial a condenação, prevista no Direito Canônico. Inaplicável. Inócua. Carente do sal da terra.
No entanto, o rescaldo das palavras e da excomunhão do bispo pernambucano, Como no distante passado relatado, vcolta-se contra a legisdlação da Igreja que não pode ser alterada pelos costumes da sociedade moderna do século XXI, o século do fio dental e da nudez. Vira feitiço. Assim, o Brasil ficou salvo da Concordata, e Pernambuco da excomunhão. Coletiva. Axé! Fica o dito pelo não dito.
Agora, neste momento histórico, em Pernambuco, reuniu-se a cúpula da pajelança política das “primárias’ brasileiras em torno do livro do ex-ministro de Tancredo Neves, Fernando Lyra, composta de pernambucanos, paulistas e mineiros cujo antídoto às excomunhões e esconjuros de qualquer dos hemisférios do universo eleitoral “é até onde está o que se sabe”. Nada de caos e salvação, nem, muito menos, mito se transformar em ideologias, ciências, teorias metafísicas e religiões, mas exclusivamente, pragmatismo político. Eta! Pernambuco da peste!
* Pedro da Silva Brasiliense - Filho de maranheses de Imperatriz, nascido e residente em Brasília.
NOTA DA REDAÇÃO: As opiniões e conceitos emitidos pelo autor do texto não representam, necessáriamente, a opinião deste 'site'.
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FREI BETO: RENÚNCIA DE FIDEL NÃO É FIM DO SOCIALISMO |
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Em entrevista ao UOL News, o teólogo Frei Betto, autor do livro "Fidel e a religião", afirmou que a renúncia do líder cubano Fidel Castro não significa o fim do socialismo e descartou que Cuba esteja vivenciando tardiamente o "efeito dominó" da falência da União Soviética. Ele disse: "Não há nenhum setor significativo dentro da sociedade cubana hoje interessado na volta do capitalismo".
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ENQUETE. |
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O que você achou da nossa enquete sobre os vereadores de Barra do Corda? É correta a votação?
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SAÚDE VACINA NOVE E MEIO MILHÕES DE CRIANÇAS |
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O Ministério da Saúde informou neste sábado (19) que até as 17h55 mais de 9,5 milhões de crianças até cinco anos já haviam sido vacinadas em todo país contra a Poliomelite.
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