Governo Flávio Dino gastou R$ 1,3 bilhão com terceirização da saúde pública

Governo Flávio Dino gastou R$ 1,3 bilhão com terceirização da saúde pública

A equipe de reportagem do Blog do Luis Pablo fez um trabalho de pesquisa para saber quanto o Governo do Maranhão, comandado pelo comunista Flávio Dino, gastou com a terceirização em unidades de saúde pública.

A pesquisa no Portal de Transparência revelou números alarmantes com o dinheiro público. De 2015 até a presente data, o governo já torrou mais de R$ 1 bilhão com institutos que administraram os hospitais e UPAs do Estado.

Só no ano passado, o Governo do Maranhão teve um gasto de R$ 833.204.554,65. Nesse mesmo período, Institutos como ICN e o Bem Viver – alvos de operações da Polícia Federal, embolsaram um total de mais de meio bilhão de reais. O ICN faturou R$ 375.774.377,60 e o Bem Viver R$ 164.711.244,45.

Curiosamente, após a PF estourar as operações envolvendo o governo passado, o atual governo teve um gasto inferior ao de 2015. Este ano, o Estado repassou R$ 505.518.517,91 a cinco institutos, entre eles o Gerir, que já recebeu R$ 109.944.025,90.

Apesar da criação da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares, o governador Flávio Dino – que antes de assumir o Poder Executivo denunciava e criticava seus adversários pelos gastos na área da Saúde, já gastou ao todo R$ 1.338.723.072,56 com terceirização.

Blog do Luis Cardoso...

Familiares, amigos e admiradores participam do sepultamento do deputado federal João CasteloFamiliares, amigos e admiradores participam do sepultamento do deputado federal João CasteloFoi enterrado no fim da tarde desta segunda-feira (12), no Cemitério Parque da Saudade, o corpo do ex-governador e deputado federal, João Castelo (PSDB). O sepultamento foi seguido por uma multidão, que acompanhou o cortejo de cerca de dois quilômetros da Assembleia Legislativa do Maranhão até o Cemitério Parque da Saudade, no bairro Vinhais.

Em frente ao túmulo, se acomodaram em uma tenda para assistir à cerimônia familiares, os filhos, amigos de João Castelo, assim como outras autoridades. Mas o caixão foi rapidamente sepultado, após o toque fúnebre de trombeta.

O corpo do deputado federal João Castelo (PSDB) começou a ser velado às 9h da manhã desta segunda-feira (12), no plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão. O caixão chegou em cortejo às 11h10 no local do velório. Sob aplausos, o corpo de João Castelo foi retirado do veículo da funerária e levado direto para o plenário onde começou a ser velado por familiares e amigos mais próximos.

Deputado João Castelo

Deputado João Castelo

O corpo de João Castelo deixou a Assembleia Legislativa do maranhão por volta das 16h20, depois de sete horas de velório, em um carro do Corpo de Bombeiros. As filas dos admiradores que queriam ver o caixão de perto ainda estavam enormes no momento. João Castelo morreu na manhã deste domingo (11), no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após falência múltipla dos órgãos em decorrência de complicações causadas ´por uma cirurgia no coração.

Natural de Caxias, distante 281 km de São Luís, João Castelo Ribeiro Gonçalves estava no terceiro mandato como deputado federal. Foi prefeito de São Luís entre 2009 e 2012. Antes, governou o Maranhão de 1979 a 1982. Foi também senador de 1983 a 1991.

Foi durante seu governo no estado que a ponte Bandeira Tribuzzi, o Estádio Castelão (nome alusivo ao próprio governador) e a Italuís foram construídos, assim como Conjunto Maiobão, Cohatrac e Cidade Operária. O Hospital do IPEM (Dr. Carlos Macieira) foi outra obra de sua gestão como governador. Ele foi presidente também do Banco da Amazônia (BASA) em 1970.

(Com informações do G1MA)

A Cooperativa Maranhense de Trabalho (Coopmar), que já recebeu repasses da ordem de R$ 230 milhões de 17 prefeituras, segundo o Ministério Público do Maranhão (MPMA) – saiba mais -, atuou fortemente na Prefeitura de Presidente Dutra.

Segundo dados obtidos com exclusividade pelo Blog do Gilberto Léda, a administração do prefeito Juran Carvalho (PP) firmou R$ 15.660.986,40 em contratos com a empresa.

Só em 2015 foram quatro processos diferentes, todos assinados no dia 10 de março, totalizando mais de 7 milhões, assim divididos:

  • R$ 781672,80 – Secretaria Municipal de Administração e Finanças.
  • R$ 2.378.011,80 – Secretaria Municipal de Educação
  • R$ 650.535,60 – Secretaria Municipal de Assistência Social
  • R$ 3.667.030,80 – Secretaria Municipal de Saúde

Outros casos

O blog já identificou também contratos em outras seis prefeituras e detalhará os valores ainda hoje.

Os casos estão, todos, ainda em apuração pelos órgãos de fiscalização e combate à corrupção.

Nota do editor: mais cedo o blog informou que os contratos da Coopmar com a Prefeitura de Presidente Dutra somavam apenas R$ 7 milhões. Os dados iniciais, no entanto, referiam-se apenas ao ano de 2014. O valor total foi atualizado às 16h48

Blog do Gilberto Leda

A Polícia Civil apresentou hoje (12) o vereador José Gomes da Silva, o Zé Bode (PR), como principal suspeito de ser o mandante do assassinato do vereador eleito de Godofredo Viana César Augusto Miranda, o César da Farmácia.

O crime ocorreu na última quarta-feira (7) – reveja.

Zé Bode ficou apenas na primeira suplência na eleição de 2012, mas virou vereador já em 2016 após a cassação do vereador Júnior Matos, do DEM.

Na eleição de outubro de 2016, nova decepção Zé Bode ficou novamente como primeiro suplente, apenas 21 votos atrás de César da Farmácia – 265, contra 244. Foi esse, para a polícia, o motivo do assassinato.

Segundo o delegado regional de Zé Doca, Samuel Farias, o crime foi realizado por dois homens que chegaram ao estabelecimento comercial de propriedade da vítima e efetuaram disparos contra César Augusto.

Para chegar até o principal suspeito, integrantes das polícias Civil e Militar analisaram imagens de câmeras de segurança da farmácia e constataram que um dos autores dos disparos possui ligações com José Gomes.

Blog do Gilberto Leda

O governo anunciou nesta terça-feira (6) uma proposta de Reforma da Previdência. A proposta altera a idade mínima da aposentadoria e prevê um novo cálculo do benefício.

O texto ainda será submetido ao Congresso. Se aprovado, valerá para homens com menos de 50 anos e mulheres abaixo de 45 anos.

Veja perguntas e respostas sobre a reforma da Previdência. Se a sua pergunta não for respondida, mande um comentário para o G1 que vamos tentar responder.

O que é a Reforma da Previdência?

Nesta terça-feira (6), o governo federal apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para alterar as regras de concessão de aposentadorias e pensões da Previdência Social. O texto ainda será submetido ao Congresso Nacional antes de virar lei. Leia a proposta na íntegra aqui.

O que muda na idade da aposentadoria?

Pela regra atual, a soma da idade e do tempo de contribuição deve ser de 85 anos para as mulheres e de 95 anos para os homens. A proposta estabelece uma idade mínima de 65 anos tanto para homens quanto para mulheres.

Existe um tempo mínimo de contribuição?

Sim. O tempo mínimo de contribuição, hoje de 15 anos, aumentará para 25 anos.

A regra vale para quem?

A regra valerá para homens abaixo de 50 anos e para mulheres de até 45 anos. A exceção são os militares e parlamentares, que terão regras discutidas a parte. Homens acima de 50 anos e mulheres acima de 45 anos terão uma regra de transição.

Como funciona a regra de transição?

Os homens com mais de 50 anos e as mulheres com mais de 45 anos terão que pagar um "pedágio" para se aposentar. Eles precisam calcular quanto tempo falta para se aposentarem na regra atual e quanto tempo faltará com a regra nova. Eles terão que trabalhar metade dessa diferença.

Por exemplo: para um homem de 50 anos e 34 de contribuição (faltando 1 ano para se aposentar), serão acrescidos 50% sobre o tempo que restava para se aposentar (1 ano). Dessa forma, resultará em 1 ano e meio a mais de contribuição. Já uma mulher de 45 anos, com 10 anos de contribuição, poderia se aposentar pela idade mínima, com 60 anos. Pela nova regra, ela poderia se aposentar apenas com 65 anos, ou seja, cinco anos depois. Como está no regime de transição, ela poderá se aposentar com 62 anos e seis meses.

Quem já é aposentado terá alguma alteração no benefício?

Não. A reforma não afeta os aposentados e não mexe em direitos já adquiridos.

Quem já tem idade e tempo de contribuição para aposentadoria, mas não é aposentado, perderá o benefício?

Não. Serão respeitados os direitos já adquiridos, seja para aposentadoria por tempo e contribuição ou por aposentadoria por idade urbana e rural.

Como será feito o cálculo do valor do benefício da aposentadoria?

O valor da aposentadoria corresponderá a 51% da média dos salários de contribuição, acrescidos de 1 ponto percentual desta média para cada ano de contribuição do trabalhador, até o limite de 100%. O trabalhador com 65 anos de idade e 25 anos de tempo de contribuição terá a aposentadoria igual a 76% do seu salário de contribuição. Antes o cálculo considerava uma média de 80% dos salários mais altos.

Como o trabalhador pode receber a aposentadoria integral?

Para receber 100% do benefício, o trabalhador deverá ter contribuído para o INSS por pelo menos 49 anos. Se uma pessoa tem 65 anos, mas contribuiu por 25 anos (o tempo mínimo), ela teria direito 76% do benefício. Com 26 anos de contribuição, o trabalhador passa a ter direito a 77% do valor do benefício e assim por diante até chegar aos 49 anos de contribuição - para ter direito a 100% do benefício.

Quais as principais mudanças na pensão por morte?

O valor do benefício passaria a ser baseado em sistema de cotas, com previsão de valor inicial de pensão diferenciado conforme o número de dependentes. O valor do benefício seria desvinculado do salário-mínimo e os pensionistas não poderiam acumular duas pensões por morte.

Como ficaria o valor pago à viúva ou viúvo?

O valor pago à viúva ou ao viúvo passaria a ser de 50% do valor do benefício recebido pelo contribuinte que morreu com um adicional de 10% para cada dependente do casal. A regra proposta pelo governo prevê, por exemplo, que uma viúva poderá receber 60% do benefício se o casal tiver um filho. O INSS pagará 100% do benefício apenas aos pensionistas que tiverem cinco filhos.

Será possível acumular a pensão por morte com outros benefícios?

Não. O valor extra pago por conta do número de dependentes não será agregado à pensão no momento em que os filhos completarem 18 anos. Também não será possível acumular esse benefício com outra aposentadoria ou pensão.

O que muda nos benefícios dos servidores públicos?

No caso dos regimes próprios dos servidores públicos, será extinta a chamada "integralidade", ou seja, o recebimento da aposentadoria com base no salário integral do servidor, assim como também está previsto o fim da paridade (correção dos benefícios com base na regra do servidor na ativa) para homens com menos de 50 anos e para mulheres com menos de 45 anos e que ingressaram antes de 2003 no serviço público. A idade que valerá será aquela na data de promulgação da PEC – se ela for aprovada pelo Congresso Nacional. Também será vedado o acúmulo da aposentadoria com pensão por morte, por qualquer beneficiário.

O que muda na contribuição do trabalhador rural?

Os trabalhadores rurais deverão fazer contribuições obrigatórias para a Previdência Social para ter direito a aposentadoria. Hoje os produtores rurais conseguem se aposentar sem contribuir para Previdência. Atualmente, as regras de aposentadoria para quem trabalha no campo são diferentes das do trabalhador da cidade. Enquanto o trabalhador da cidade contribui com um valor fixo no mês, o produtor rural paga um percentual sobre a receita bruta de sua produção, que é variável.

A idade da aposentadoria muda para o trabalhador rural?

Os trabalhadores rurais continuam com o direito de se aposentar aos 60 anos (homens) e 55 anos (mulheres), mesmo sem ter cumprido a exigência por tempo de contribuição feita ao trabalhador urbano.

A reforma muda o regime de aposentadoria e pensões de militares?

Não. O governo disse que mandará um projeto de lei específico para aposentadoria de militares posteriormente.

Renan Calheiros

Renan Calheiros

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello concedeu liminar (decisão provisória) nesta segunda-feira (5) para afastar Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado.

O ministro atendeu a pedido do partido Rede Sustentabilidade e entendeu que, como Renan Calheiros virou réu no Supremo, não pode continuar no cargo em razão de estar na linha sucessória da Presidência da República.

“Defiro a liminar pleiteada. Faço-o para afastar não do exercício do mandato de Senador, outorgado pelo povo alagoano, mas do cargo de Presidente do Senado o senador Renan Calheiros. Com a urgência que o caso requer, deem cumprimento, por mandado, sob as penas da Lei, a esta decisão”, afirma o ministro no despacho.

Na semana passada, o plenário do Supremo decidiu, por oito votos a três, abrir ação penal e tornar Renan réu pelo crime de peculato (apropriação de verba pública).

Segundo o STF, há indícios de que Renan fraudou recebimento de empréstimos de uma locadora de veículos para justificar movimentação financeira suficiente para pagar pensão à filha que obteve com a jornalista Mônica Veloso.

E também há indícios de que usou dinheiro da verba indenizatória que deveria ser usada no exercício do cargo de Senador para pagar a locadora, embora não haja nenhum indício de que o serviço foi realmente prestado.

Antes, em novembro, o Supremo começou a julgar ação apresentada pela Rede sobre se um réu pode estar na linha sucessória da Presidência. Para seis ministros, um parlamentar que é alvo de ação penal não pode ser presidente da Câmara ou presidente do Senado porque é inerente ao cargo deles eventualmente ter que assumir a Presidência. O julgamento não foi concluído porque o ministro Dias Toffoli pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso.

(Com informações do G1)

         A Petrobras informou nesta segunda-feira (5) que vai subir o preço dos combustíveis nas refinarias, para que fiquem mais alinhados com os preços no exterior. A gasolina ficará 8,1% mais cara, em média, e o óleo diesel, 9,5%.

img_6733        A mudança é no preço das refinarias, o que significa que o preço final para o consumidor pode não subir, necessariamente, na mesma proporção. A mudança entra em vigor nesta terça-feira.

Se esse reajuste for repassado ao consumidor integralmente, a gasolina pode subir 3,4%, ou R$ 0,12 por litro e o diesel pode ficar 5,5% ou cerca de R$ 0,17 por litro mais caro, calcula a estatal.

A estatal havia anunciado duas vezes queda nos preços para as refinarias –em 14 de outubro e em 8 de novembro. Porém, em muitos Estados os preços nas bombas subiram em vez de cair.

Preços serão revistos ao menos uma vez por mês
A medida faz parte de uma nova política de preços adotada pela direção da empresa no mês passado.

Essa política é norteada por dois fatores: o preço do petróleo no mercado internacional (incluindo gastos com transporte e taxas portuárias) e uma margem para lucro, impostos e proteção de riscos, como variações na cotação do dólar.

A empresa diz que não vai cobrar preços abaixo dos praticados no exterior, ou abaixo dos custos.

Os preços serão revistos pelo menos uma vez por mês pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços da Petrobras, formado pelo presidente da estatal, Pedro Parente, o diretor de Refino e Gás Natural, Jorge Ramos, e o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Ivan Monteiro.

Petrobras não repassou preços no passado
A política de preços da Petrobras foi alvo de críticas no passado, principalmente no governo da presidente Dilma Rousseff. Os preços dos combustíveis no Brasil são controlados pelo governo, que é sócio majoritário da petroleira.

A estatal mantém o monopólio na produção e importação do combustível no país. Em geral, a empresa compra combustíveis no exterior e revende-os no país.

No início do ano, a cotação do petróleo no mercado internacional caiu a níveis históricos, mas a Petrobras decidiu não repassar essa queda para o preço dos combustíveis. Ao importar combustível mais barato e vendê-lo pelo mesmo preço de antes, os ganhos da Petrobras com a revenda aumentaram.

Na época, críticos afirmaram que, ao manter os preços artificialmente, o governo estava usando a política de preços para recuperar parte do que perdeu quando o petróleo estava caro lá fora –e o preço não subiu aqui– e para tentar aliviar as contas da Petrobras, em meio a um endividamento muito grande da companhia.

A então presidente Dilma Rousseff disse, na ocasião, que “o governo não tem nada a ver com subir ou baixar o preço da gasolina” e que cabe à Petrobras avaliar se é o caso de reduzir os preços dos combustíveis no país.

(Do Uol)

O acidente com o time da Chapecoense pode ter sido previsto por um vidente. No programa “Olga Bongiovanni”, Carlinhos Vidente, ao fazer suas previsões para 2016, em março desse ano, disse que “um time inteiro de futebol vai morrer num avião”.

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Coincidência ou não, depois da queda do avião, o vidente deu uma entrevista à jornalista Sônia Abrão em que afirma que outra celebridade brasileira iria morrer esse ano ainda.

Segundo Carlinho Vidente, um famoso apresentador de TV deve morrer até fevereiro do ano que vem. O Brasil deve ficar em choque por causa dessa morte, que deve acontecer até fevereiro.

Serão 10 dias de luto ou mais.
No programa “A tarde é sua”, o vidente fez várias previsões.

Haverá outra tragédia envolvendo uma aeronave. Um acidente que pode acontecer entre o final de 2016 até a metade de 2017.

Um helicóptero vai cair envolvendo uma pessoa muito conhecida.
Nesse acidente, estariam no helicóptero uma equipe de TV, o piloto e mais duas pessoas.

O piloto seria muito talentoso, conseguindo desviar de casas e conseguindo pousar num rio, é o que diz a previsão de Carlinhos, que disse não saber se a pessoa irá sobreviver ou não.

Carlinhos Vidente falou também sobre a Copa do Brasil, segundo ele, o Atlético MG irá ser campeão, depois de um jogo tumultuado, com expulsões no time do Grêmio na primeira parte.

O time mineiro irá ganhar nos pênaltis depois de ter vencido por dois a zero no tempo regulamentar
Carlinhos disse que duas pessoas devem ter cuidado no ano de 2017: o bispo Edir Macedo, da Igreja Universal, e o ex-jogador Pelé terão anos complicados.

Além disso, Gugu deve voltar para o SBT e Sílvia Abravanel vai comandar a emissora, o que pode significar que o apresentador famoso que irá morrer seja o Sílvio Santos.

Além disso, Carlinhos Vidente previu que Temer vai renunciar até abril e vai ter muitos problemas com a Justiça.

Blog do Luis CArdoso

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O deputado federal Darcísio Perondi (PMDB-RS) informou que a decisão do deputado Waldir Maranhão (PP) de anular a sessão que deu prosseguimento ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, causou para a economia do país um prejuízo de R$ 22 bilhões em negócio.

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Conforme o parlamentar, muitos negócios deixaram de ser feitos no Brasil, além da queda na Bolsa de Valores, o desemprego imediato com a turbulência causada pela decisão do parlamentar maranhense, que esteve orientado pelo governador Flávio Dino e pelo ministro da AGU, Eduardo Cardozo.

“ Dino é um irresponsável, inconsequente e infantil”, disse o deputado da tribuna da Câmara Federal, colocando os mesmos adjetivos negativos ao parlamentar maranhense e ao ministro da AGU.

Blog do luis cardoso

Dilma deve anunciar reajuste no Bolsa Família e na tabela do IR.
Paulinho da Força participou do evento da Força Sindical em São Paulo.

Tahiane Stochero

Do G1 São Paulo

O deputado federal Paulinho da Força (SD-SP) afirmou durante evento da Força Sindical no Dia do Trabalho, em São Paulo, que o anúncio do “pacote de bondades” que a presidente Dilma Rousseff deve fazer neste domingo “parece vingança” e “tentativa de sabotar Temer”.

Dilma deve anunciar durante evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT) reajustes para beneficiários do programa Bolsa Família e na tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física.

Neste sábado, Dilma se reuniu com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, no Palácio da Alvorada, para acertar os detalhes das medidas. Segundo interlocutores do governo, o reajuste na tabela do IR será de 5% e entrará em vigor a partir de 2017. No caso do Bolsa Família, o aumento seria aplicado de imediato.

“Esse aumento deveria ter sido feito antes. Agora parece um pouco de vingança e uma tentativa de sabotar o próximo governo. Então é uma coisa que nós não podemos aceitar. Embora a gente queira a correção da tabela do imposto de renda, é importante lembrar que eles estão nos devendo 72%, e não 5%. Os 5% não cobrem nem a inflação do ano passado”, disse Paulinho da Força.

Segundo estudo do Sindifisco Nacional, a defasagem registrada em 2015 é a maior dos últimos 10 anos. Em 20 anos, a defasagem em relação à variação da correção da tabela do IR em relação à inflação somou 72,2%.

Segundo o Blog do colunista do G1 e da GloboNews Gerson Camarotti, os anúncios integram uma série de medidas que o governo pretende divulgar antes de o plenário do Senado deliberar, no próximo dia 11 ou 12, sobre o afastamento por 180 dias da presidente por meio de processo de impeachment.

O reajuste no pagamento destinado aos beneficiários do programa já estava previsto no plano de governo desenhado pelo vice-presidente da República, Michel Temer, caso o impeachment passe no Senado. No entanto, Dilma resolveu se antecipar a ele e anunciar o aumento.

Diferentemente de outros anos, quando fez pronunciamentos na TV e nas redes sociais, desta vez, Dilma só deverá se manifestar em um discurso durante o evento nem São Paulo, do qual também participará o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em seu discurso, Paulinho também disse que um futuro governo Michel Temer não deve “mexer no direito do trabalhador”.

“Nos reunimos com o furturo presidente Michel Temer e dissemos olha, ‘não mexa nos direitos do trabalhador’. Um dos caras disse que seria ministro e falou em mexer na Previdência e logo nós pusemos uma nota. No outro dia, ele deixou de ser candidato a ministro. Por isso, já derrubamos um, antes mesmo de ele assumir. Por isso, agora, queremos um país que volte a ter emprego”, disse.

Antonio Imbassahy, líder do PSDB na Câmara, também participou do ato e disse que espera ver o Brasil voltar a crescer. “O Brasil tem que fazer reformas, tem que avançar. Foram mais de 13 anos que o PT não avançou no país. O que nós queremos é um governo que traga de volta as esperanças e o crescimento do país”.

A Força Sindical reúne filiados no Campo de Bagatelle, em Santana, na Zona Norte. A central pede a mudança da política econômica para o país sair da crise. O lema escolhido pela Força Sindical neste ano é “Gerar empregos e garantir direitos”.

Haverá shows de Simone e Simaria, Eduardo Costa, Fernando & Sorocaba, Gusttavo Lima, Michel Teló, Mc Biel, Paula Fernandes, Jads & Jadson, João Bosco & Vinícius, Henrique & Diego, Thaeme & Thiago, Matheus e Kaun, Lucas Lucco, Israel Novaes, Edson & Hudon, Art Popular, Paula Mattos, Alexandre e Adriano, Bruno Viola, Sampa Crew, Loubet e Rodrigo Marin

Sem consenso
O reajuste no Bolsa Família não encontra consenso dentro do governo. Na quinta-feira (28), o secretário do Tesouro Nacional, Otavio Ladeira, disse que o “espaço fiscal”(disponibilidade de recursos no orçamento) não permitia um reajuste no valor dos benefícios pagos pelo Bolsa Família.

Ladeira chegou a dizer que há, no orçamento, um espaço para reajuste do Bolsa Família de até R$ 1 bilhão. Mas explicou que, diante das dificuldades das contas públicas, o uso desses recursos só deve ser avaliado caso a nova meta fiscal proposta pelo governo -e que permite ampliar o rombo das contas públicas para até R$ 96,6 bilhões neste ano-, seja aprovada pelo Congresso.

O Palácio do Planalto argumenta, porém, que a medida não causará nenhum rombo, mas que se trata apenas de uma medida para reafirmar as suas prioridades na área social -o Bolsa Família é uma das principais bandeiras do governo petista.

Números do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome mostram que o orçamento do Bolsa Família, para este ano, é de R$ 28,11 bilhões, contra R$ 26,41 bilhões pagos em 2015 e R$ 26,12 bilhões em 2013.

Conforme a assessoria do ministério, cerca de 14 milhões de famílias recebem atualmente o Bolsa Família. Ainda de acordo com o governo, o pagamento médio do programa é de R$ 164 mensais por família.

Reajuste da tabela do IR
O reajuste na tabela já foi alvo de polêmica recente entre o governo e o Congresso. Em 2015, Dilma vetou proposta dos parlamentares de reajustar a tabela em 6,5%. No lugar, o governo promoveu um reajuste escalonado, com validade de abril daquele ano em diante.

Com o modelo, o reajuste de 6,5% na tabela valeu apenas para as duas primeiras faixas de renda (limite de isenção e a segunda faixa). Na terceira faixa de renda, o reajuste foi de 5,5%. Na quarta e na quinta faixas de renda, a tabela foi reajustada, respectivamente, em 5% e 4,5%.
Com o reajuste escalonado, o governo visava evitar perdas na arrecadação, ainda mais com o início de deterioração nas contas públicas

Com a inflação de 2015, que fechou o ano em 10,67% pelo IPCA, houve uma defasagem média de 4,81% na correção da tabela do IR, uma vez que o reajuste médio concedido pelo poder executivo no ano passado foi de 5,6%.

Pela regra atualmente em vigor, estão isentos os brasileiros que ganham até R$ 1.903,98 por mês. Para o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), se fosse levada em conta toda a defasagem acumulada em razão da inflação, a faixa de isenção deveria se estender até a renda mensal de R$ 3.250.

Outras medidas
A presidente enfrenta um processo de impeachment no Senado, que pode resultar no seu afastamento do mandato por 180 dias já no próximo dia 11 de maio, quando o plenário da Casa deve votar o relatório da comissão especial. Caso o parecer do colegiado seja favorável à instalação do processo e a maioria dos senadores (41 de 81) votarem pela aprovação do documento, é afastada e o vice Michel Temer assume a Presidência.

Além dos reajustes no Bolsa Família e na tabela do Imposto de Renda, essa série de medidas que o governo pretende anunciar inclui a nova etapa do programa Mais Médicos, anunciada nesta sexta, e a liberação de recursos para a agricultura na próxima semana por meio do Plano Safra. O ministro da Justiça, Eugênio Aragão, já anunciou a antecipação da liberação de todo o orçamento do ano da Polícia Federal antes do dia 11.

Há também expectativa de que na próxima semana Dilma viaje para o Pará para entregar unidades do programa Minha Casa Minha Vida, que teve a nova fase lançada no mês passado.