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Escrito por Raimundo Carvalho

Seria loucura o governador Flávio Dino tomar qualquer atitude que possa degringolar mais na frente com uma decisão antecipada.

Flávio Dino já decidiu ter ao lado na chapa majoritária o deputado Weverton Rocha na disputa por uma vaga ao Senado por saber que o PDT já bateu o martelo, tanto a nível estadual quanto nacional, e por saber que tem esse compromisso com os pedetistas desde a eleição de 2014.

A deputada Elizane Gama com seu PPS corre atrás da segunda vaga, mas a indefinição  de como a sua legenda se comportará a nível nacional traz dúvidas no grupo dinista, haja vista que o PPS é um seguidor assíduo do PSDB, que terá candidato à Presidência da República e ao governo do Estado.

Seria constrangedor divulgar agora Eliziane Game e depois vê-la fora da coligação por determinação das alianças nacionais e os palanques estaduais, principalmente nos estados em que essa aliança terá candidatura própria ao governo do Estado.

O deputado José Reinaldo Tavares teria melhores condições de ser o segundo nome se ficasse no PSB, porém pretende ir para o DEM, uma legenda que terá como candidato à Presidência da Republica o candidato oficial do presidente Temer, o atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

O Temer já se coloca também como candidato, coisa que facilitaria a ida de José Reinaldo para o DEM e assim seguir como o segundo escolhido por Flávio Dino.

Os demais proponentes ao Senado na chapa majoritária de Flávio Dino, como Waldir Maranhão e Márcio Jardim vêem suas chances esvaziadas e de difícil concretização.

Portanto, a segunda vaga ao Senado pela coligação de Flávio Dino está entre Eliziane Gama e José Reinaldo…

O que conseguir melhores condições partidárias levará.

Enquanto isso, Weverton Rocha segue candidato já escolhido e fazendo sua campanha…

06/fev/2018
por  Caio Hostilio

Escrito por Raimundo Carvalho

A maranhense e Drag Queen mais poderosa do Planeta, Pabllo Vittar, foi intimado pela Justiça do Maranhão a comparecer em uma audiência na comarca de Imperatriz, nesta quarta-feira (07).

O comparecimento de Pabllo Vittar é uma incógnita, enquanto isso ela se esbalda noa lábios do Diplo.

A audiência de conciliação e para que a cantora se acerte com os produtores do show da artista cancelado em 23 de setembro de 2017. Eles pedem a devolução do cachê, no valor de R$ 35 mil e mais R$ 100 mil em dano material.

Luis cardoso

Escrito por Raimundo Carvalho

A pré-candidatura de Raimundo Carvalho , comunicador da Rádio Rio Corda FM à Câmara Federal, segue firme e já é considerada como bastante positiva, dada a aceitação das pessoas ao seu nome.

Desde que anunciou seu desejo de ingressar na vida pública em seu programa de rádio, e viu compartilhado nos blogs e redes sociais a sua pretensão às eleições de outubro desse ano, muito se comenta a respeito na cidade.

Para se ter uma ideia, em 2014 mesmo sem ter apoio financeiro, o Radialista seguiu na campanha pé no chão e obteve mais 12 mil votos, ficando na primeira suplência do partido trabalhista brasileiro ( PTB), surpreendendo todos os concorrentes aqui na região central do maranhão.

Raimundo Carvalho espera ter como companheiro de chapa alguém da cidade mesmo. Para isso alguns nomes para compor essa dobradinha têm sido ventilados.

Mais uma vez, o comunicador não está sozinho, na sede e zona rural por onde tem andado cresce o número de pessoas que simpatizam com o nome do comunicador e querem sua pré-candidatura.

Blog do Luis cardoso

Escrito por Jorge Abreu

Produtores da agricultura familiar participaram de Chamada Pública

Produtores da agricultura familiar de Barra do Corda participaram ontem (30) da Chamada Pública-Versão 2018. O objetivo foi o cadastramento dos produtores que irão fornecer gêneros alimentícios para a merenda escolar.
A reunião foi realizada pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Agricultura, Aquicultura e Pesca, e faz parte do cronograma estabelecido pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
"Estamos melhorando cada vez mais o cardápio da merenda escolar das crianças que estudam na rede municipal de ensino com produtos de nossa terra", afirmou o secretário municipal de Agricultura, Rivelino do Alim.
O secretário acrescenta que "com a inclusão dos produtores da agricultura familiar , a prefeitura garante uma alimentação saudável para as crianças, priorizando a produção local."

Escrito por Raimundo Carvalho

O juiz de direito da Comarca de Barra do Corda, Dr Iran Kurban Filho, atendeu o pedido da Polícia Civil do Maranhão, através do delegado Renilto Ferreira, e decretou a prisão do vaqueiro Luizão, que trabalhava e cuidava da fazenda do ex-prefeito Nenzin, localizada no Povoado Narú em Barra do Corda.

Segundo o delegado, mesmo com a conclusão do inquérito policial ainda no mês de dezembro passado, a Polícia Civil continuou fazendo novas investigações complementares, enquanto aguarda a conclusão de todos os laudos periciais, e somente então, poder fechar de forma definitiva com a realização da Reconstituição do Crime.

Durante estas novas investigações, disse o delegado, surgiram depoimentos de novas testemunhas, onde afirmam que viram o vaqueiro Luizão,  por volta das 6 horas da manhã de quarta feira dia 6 de dezembro(horas antes do crime), conversando com Junior do Nenzin em frente a residência do mesmo no centro de Barra do Corda, próximo a Praça Maranhão Sobrinho.

No primeiro depoimento, Dr Renilto afirma que o vaqueiro Luizão, disse que não esteve em Barra do Corda no dia do crime contra o ex-prefeito, e que só esteve em Barra do Corda, precisamente no Posto Carreteiro, de propriedade de Nenzin,  na segunda-feira dia 4 de dezembro, onde se encontrou com Nenzin, recebeu a ordem para juntar todo o gado da fazenda, pois na quarta-feira ele[Nenzin] estaria lá para a contagem do gado, receber a fazenda do vaqueiro, e entregar para o novo vaqueiro.

Mediante tal depoimento, Dr Renilto disse que o vaqueiro foi solto, por afirmar que não esteve em Barra do Corda na data do crime, mas que com os novos depoimentos de testemunhas em um total de três, que afirmam que viram o vaqueiro conversando com Junior horas antes do crime(6 horas da manhã), foi o suficiente para a Polícia solicitar ao juiz a prisão novamente de Luizão, algo que ocorreu hoje dia 30 de janeiro por volta do meio dia.

Dr Renilto disse também, que as três testemunhas viram quando Luizão perguntou a Junior “E aquele combinado nosso está de pé? E Junior respondeu com o sinal de “POSITIVO”.

O delegado afirma também de forma categórica, que com a prisão de Luizão, não quer dizer que Junior não tenha participado do crime contra o próprio pai, e segundo Dr Renilto,“Polícia Civil não tenha uma dúvida sequer quanto a participação de Junior do Nenzin, na morte  do ex-prefeito Manoel Mariano de Sousa”, disse o delegado.

“O que se investiga agora, é que Junior do Nenzin, não agiu sozinho no planejamento e na execução do Sr Nenzin, tendo agora o Vaqueiro Luizão como suspeito de ter participado do crime”, afrmou Dr Renilto.

delegado Regional Dr Renilto Ferreira.

Escrito por Raimundo Carvalho
Deputado Pedro Fernandes

Deputado Pedro Fernandes

O deputado federal Pedro Fernandes (PTB) falou sobre seu posicionamento político e da polêmico que foi sua “nomeação relâmpago” no Ministério do Trabalho.

Fernandes revelou, em entrevista ao Imparcial, que para ficar no Ministério o presidente nacional do seu partido, Roberto Jefferson, disse que ele teria que beijar a mão do ex-presidente José Sarney.

Questionado sobre qual seu posicionamento em relação ao grupo Sarney e de Flávio Dino, o parlamentar respondeu: “não sou sarneísta e nem me considero dinista. Me considero pedrista. Acho que eu tenho uma corrente própria. Eu defendo os meus pontos de vista. Até para se desmistificar uma coisa: eu tenho considerações, tenho respeito pelo governador Flávio Dino, mas eu não voto de acordo com ele.”

Abaixo a íntegra da entrevista do deputado Pedro Fernandes:

O Imparcial – Como o senhor se sente depois de “virar ministro” e ser destituído logo em seguida do cargo?

Pedro Fernandes – Tranquilo. Acho que são coisas da política. Eu compreendo muito bem e entendo que essas coisas se passam assim mesmo. A informação que eu tenho é que eu tinha sido aceito, que eu era um bom nome e que estava tudo certo para que a gente fosse nomeado. Mas o presidente do partido recebeu uma ligação do presidente Michel Temer dizendo que meu nome criava embaraços junto ao ex-presidente José Sarney. E, depois de uma série de ponderações, o Roberto [Jefferson] pedia que eu fosse até o presidente Sarney por uma recomendação do Temer para que acertasse, tirasse essas arestas. A minha colocação foi que, como eu já tinha sido indicado pelo PTB, tinha sido aceito pelo presidente, não seria bom eu ir ao presidente Sarney. O próprio Roberto Jefferson disse: ‘mas ele tá querendo que você beije a mão do Sarney’. Isso não é uma coisa muito republicana de se fazer. O Temer falou para o Roberto que devia muito ao Sarney e aí eu compreendi, entendi. Ser ministro e não poder fazer nada pelo Maranhão não dá para mim. Eu sou crítico dos ministros que não fazem nada pelo Maranhão, que ocupam os cargos e não fazem nada pelo Maranhão.

O Imparcial – Seria possível exercer o cargo de ministro mesmo “beijando a mão do Sarney”?

Pedro Fernandes – Se me colocassem, antes de levar meu nome, que haveria essa necessidade, eu até veria de uma maneira diferente. Eu não fui porque eu já havia sido indicado, já havia sido aceito. E aí eu não podia fazer isso. Eu não seria mais o ministro do PTB. Mas se o Roberto colocasse que tinha esse outro problema, eu analisaria talvez até a possibilidade de conversar. Mas depois de indicado, depois de aceito, não dava para fazer isso.

O Imparcial – Por que o senhor trocou de lado?

Pedro Fernandes – Na verdade, eu sempre fui contra. Eu comecei com Jackson Lago há muito tempo, fui até secretário do Jackson. Por eu não ter podido sair como candidato a prefeito na época, porque o PSDB me negou a legenda, eu fui apoiado pelo PSD, que recebia um “apoio” do grupo Sarney e aí fiquei sempre fazendo política ao seu lado. Mas o meu projeto político sempre foi o Maranhão. Eu nunca troco nada contra o Maranhão. Eu sempre fui respeitado no grupo, sempre os respeitei, sempre os trato bem, mas, nesse momento, o PTB está alinhado com o governo do estado.

O Imparcial – Então o senhor não se considera um sarneísta?

Pedro Fernandes – Não sou sarneísta e nem me considero dinista. Me considero pedrista. Acho que eu tenho uma corrente própria. Eu defendo os meus pontos de vista. Até para se desmistificar uma coisa: eu tenho considerações, tenho respeito pelo governador Flávio Dino, mas eu não voto de acordo com ele. Não tenho nenhuma indicação política no Maranhão.

O Imparcial – Como é a sua relação com o Sarney após o episódio do veto?

Pedro Fernandes – Aprendi muito cedo que não se deve carregar mágoas. Essa estrada é longa e mágoas são pesadas e eu não daria conta. Isso passou, não é problema. O embate político não tem esse negócio de vingança, de mágoa. Eu compreendi a situação e dar um cargo de ministro a uma pessoa que não seja de confiança deles é muito ruim para eles. Entendi isso. Eu também entendo que foi ruim para o Maranhão. Se você olhar a história do Maranhão, é o estado que tem mais empregados informais, é um estado que precisa crescer muito na área trabalhista. Eu imaginava que eu poderia ajudar muito. Eu não faria isso de tirar um ministro do Maranhão para dar um ministro para outro estado. Claro que, como ministro, não poderia fazer uma campanha contra o governo que estou servindo. Mas, ao não deixar eu ser ministro, acho que prejudicou o Maranhão.

O Imparcial – Não seria uma incoerência se o senhor se tornasse ministro de Temer apoiando o Dino?

Pedro Fernandes – Acho que não, porque se você pegar as minhas votações no Congresso, não são votações encomendadas pelo governador Dino. Nós pensamos diferente em muitas coisas. Tem uma coisa que nos une: o Maranhão. Negar que o Dino está inovando no Maranhão é negar a política. Não reconhecer que o Dino tenta mudar as práticas políticas no Maranhão é também não querer enxergar. Se ele fizer as coisas boas para o Maranhão, eu tenho que aplaudir, como também reconheço qualquer grupo que faça coisas boas. O Maranhão precisa largar de ser província política.

O Imparcial – O que é melhor: a continuidade do Dino ou o retorno de Roseana?

Pedro Fernandes – A Roseana foi quatro vezes governadora. Ela fez a sua história. A política precisa ser renovada. Quando eu deixo de ser candidato a deputado, é porque eu estou pensando em renovação. Tem muita gente que já na hora de ir para casa e não quer largar o osso. Tá na hora de ir para casa. Muita gente já deu o que tinha que dar. Eu vejo gente querendo ser candidato a senador com mais de 80 anos já. Pra que isso? Para se proteger, para ter foro privilegiado ou para querer trabalhar pelo Maranhão? Acho que está na hora do maranhense renovar. Não renovar só pela idade, mas renovar as práticas políticas.

O Imparcial – Por ter recorrido novamente à ex-governadora Roseana, o Grupo Sarney estaria em decadência?

Pedro Fernandes – Acho que não é decadência, muito pelo contrário. Você está vendo aí jovens como Adriano Sarney. Isso é renovação. É essa a renovação que eu prego. Essa renovação tem que chegar. O Adriano é um grande político.

O Imparcial – O Pedro Lucas concorrer à Câmara Federal não é um passo muito grande?

Pedro Fernandes – Eu não fui deputado estadual. Fui vereador e, de vereador, passei para deputado federal. Ser vereador é uma grande escola. Dentro do partido aqui, ele ocupa um espaço bom. Ele se torna uma liderança, e a tendência é eu ir me afastando. Ele não tem um privilégio maior por ser meu filho, mas pelo que ele representa. Hoje, ele tem todas as credenciais para ser um bom candidato a deputado federal.

O Imparcial – O que o PTB pleiteia nessa campanha junto ao governador?

Pedro Fernandes – É claro que, partindo juntos, vamos, no próximo governo, reivindicar o nosso espaço dentro do governo. Mas, hoje, nós não cobramos espaço no governo. Nós fomos convidados para participar e estamos participando intensamente. Temos de tentar eleger companheiros nossos a deputado estadual e federal. Quanto à chapa majoritária, você vê briga pelo vice, congestionamento nas vagas de senador. O PTB não está pleiteando isso.

O Imparcial – O senhor foi convidado para assumir a Casa Civil?

Pedro Fernandes – Especulou-se maldosamente para que, não sendo feito, dissessem que Flávio deixou o Pedro na chuva. Eu não estou na chuva. Eu tenho mandato e não quero sair desse mandato. Não houve essa conversa, não houve esse interesse nem por parte do governo e nem por minha parte.

Luis Pablo

Escrito por Raimundo Carvalho

Em 2016, Supremo autorizou prisão de condenado em segunda instância. É o caso do ex-presidente Lula, que teve a condenação em primeira instância confirmada pelo TRF-4 (segunda instância).

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia (Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia (Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)

A presidente do Supremo Tribunal Federal disse nesta terça-feira (30) que não vai colocar em pauta a rediscussão da prisão de condenado após julgamento em segunda instância.

A ministra Cármem Lúcia afirmou que a questão foi decidida em 2016, quando o Supremo autorizou prisões a partir da segunda instância e que não há por que voltar ao assunto agora.

Em um jantar nesta segunda-feira (29) com jornalistas, ela foi perguntada se, com a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o tema voltaria à pauta.

Cármem Lúcia respondeu que pautar o assunto em função de um caso específico seria “apequenar o Supremo”.

Nesta terça, em entrevista ao repórter Marcos Losekann, ela explicou o que pensa do assunto, falou sobre o fim do recesso do Judiciário e o que esperar do Supremo.

Repórter – Ministra, vai começar mais um ano do Judiciário. Qual é a sua expectativa para 2018?

Cármen Lúcia – Em primeiro lugar, que a gente possa implementar cada vez mais a eficiência do Supremo Tribunal Federal de uma forma específica, que é o que o cidadão espera. Mais rapidez nos julgamentos, mais eficiência. Portanto, e é este o empenho do Supremo Tribunal Federal especificamente para o ano de 2018.

Repórter – Ultimamente, tem se falado muito, ministra, da questão da segunda instância. A senhora, recentemente, num jantar, comentou essa questão. O Supremo está sob pressão para votar isso?

Cármen Lúcia – Em primeiro lugar, o Supremo não se submete a pressões para fazer pautas. Em segundo lugar, a questão foi decidida em 2016 e não há perspectiva de voltar a esse assunto.

Repórter – A senhora acha que não é o caso de voltar?

Cármen Lúcia – Não há pauta sobre isso neste momento. Portanto, não há o que se cogitar neste momento.

Repórter – E se um ministro trouxer o assunto à mesa?

Cármen Lúcia – Direito do ministro. Mas aí é em mesa, não é em pauta.

Repórter – Quem decide a pauta é a senhora?

Cármen Lúcia – A pauta é da presidência. O que você coloca como processos em mesa é assunto que diz respeito a processos muitos específicos e, aí sim, que não são sujeitos à pauta.

Repórter – A senhora disse que apequenaria o Supremo. A senhora acha que trazer esse assunto agora seria casuístico?

Cármen Lúcia – Não há agora este assunto para ser pautado. Isso que eu disse. E, portanto, relativamente a um dado específico, não há do que se cogitar agora.

Escrito por Raimundo Carvalho

A defesa do ex-presidente requer que Corte barre “execução antecipada da pena”, a fim de que o petista aguarde recurso em liberdade

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentaram pedido de habeas corpus preventivo ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), nesta terça-feira (30/1), para evitar que o ex-presidente seja preso após conclusão de seu julgamento pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). A Corte ainda analisará recursos antes de que a pena imposta – 12 anos e 1 mês de prisão, por corrupção e lavagem de dinheiro – possa ser executada. A defesa de Lula alegou, em nota, que o cumprimento da sentença após confirmação em segunda instância é inconstitucional, e quer que o petista aguarde em liberdade enquanto as instâncias superiores analisam apelações.

Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

Para os advogados do ex-presidente, o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que possibilitou a prisão após condenação por um órgão colegiado não vale automaticamente para todos os casos. Além disso, eles afirmam que o STF deve analisar novamente o tema em breve.

De acordo com a reportagem, o pedido cita artigo do Código de Processo Penal que determina: a prisão deve ocorrer “em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado” — ou seja, quando não há mais possibilidade de recursos.

Os advogados também alegam que uma eventual prisão irá influenciar nas eleições presidenciais, já que Lula anunciou sua pré-candidatura à Presidência da República e está liderando as pesquisas de intenção de voto.

“Ademais, não há como negar que a eventual restrição da liberdade do paciente terá desdobramentos extraprocessuais, provocando intensa comoção popular – contrária e favorável – e influenciando o processo democrático, diante de sua anunciada pré-candidatura à Presidência da República”, diz o texto.

Na semana passada, o TRF-4 confirmou a condenação de Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro — que havia sido determinada pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara de Curitiba — e aumentou a pena do ex-presidente de 9 anos e 6 meses para 12 anos e 1 mês. Os desembargadores da 8ª Turma da Corte ressaltaram que a prisão do ex-presidente poderá ser decretada após a análise de um recurso que a defesa do político ainda não ajuizou.

THAYNA SCHUQUEL/ Metrópoles.com

Escrito por Raimundo Carvalho

Uma das vozes mais conhecidas no rádio Barra-Cordense e região, o comunicador Raimundo Carvalho disputará novamente uma vaga na Câmara Federal.

Campeão de audiência na Rio Corda FM, e Profissional do rádio há décadas, o Jornalista sempre utilizou esse importante meio de comunicação para estar próximo das pessoas levando notícia, informação local, entretenimento e solidariedade para aqueles que tanto precisam.

Em 2018 deseja contribuir ainda mais e assim retribuir o carinho de todos, principalmente dos mais humildes com projetos que visam melhorar de fato a vida das pessoas.

Raimundo Carvalho tem 56 anos e obteve 12.179 votos, em 2014, nas eleições para Deputado Federal.

Como pré candidato, o radialista tem como parceiro de chapa o empresário e secretário de Infraestrutura Urbana de Barra do Corda, Fernando Pessoa, que disputará uma vaga para deputado estadual.

Ambos são conhecedores dos problemas da região, que agora juntos, e com o apoio de todos que vivem no Centro Maranhense tentarão dar dias melhores de progresso e mais desenvolvimento.

Fernando Pessoa é um nome bastante comentado em Barra do Corda e com grande chances para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. E com isso, vem se dedicando intensamente diante da sua ocupação como secretário de Infraestrutura Urbana na prefeitura de Barra do Corda.

Ribamar/Edilane Brasil

Escrito por Raimundo Carvalho

 

 

 

 

Nesta quinta-feira 25/01 uma grande operação conjunta das Polícias Militar, Civil, e Rodoviária Federal na reserva Indígena Cana Brava terminou com a prisão de suspeitos de receptação de produtos fruto dos assaltos realizados no trecho da rodovia que corta a área indígena.

Na operação, foram encontrados com os marginais objetos e armas utilizados nos crimes pelos elementos dentre eles até as chamadas “toucas ninja”.

Os Moradores da região agradecem e parabenizam às polícias Civis, Militar e Rodoviária Federal por estarem combatendo esta bandidagem que a tempo vem trazendo insegurança por quem passa no trecho da BR 226 dentro das reserva indígenas.

Informações de Elisângela Sousa